Naná brigava pela abertura com os maracatus desde 2010, relembra viúva do músico

A viúva do percussionista Naná Vasconcelos, Patrícia Vasconcelos, falou ao LeiaJá, sobre a extinção da abertura do Carnaval do Recife com as nações de maracatu de baque virado, idealizada e comandada pelo músico nos últimos 16 anos. A festa que tradicionalmente dava início ao Carnaval da capital pernambucana, com cerca de 500 batuqueiros de 13 nações distintas, passa agora a ser realizada na quinta-feira, encerrando as atividades pré-carnavalescas da cidade.

Patricia lamentou profundamente a decisão de colocar o evento para o dia anterior ao da abertura do Carnaval: “Eu estou muito triste. É muito profundo mexer com esse trabalho. É uma história que eles estão tentando apagar”. Acreditando se tratar de um “retrocesso cultural”, a companheira de Naná Vasconcelos, questionou sobre a manutenção do legado deixado pelo seu marido: “Agora estou sem entender aquele monumento que colocaram no Marco Zero. Para mim, aquilo era uma simbologia da abertura do Carnaval. Fico triste com tanta coisa sendo deixada para trás. Os pernambucanos só querem aparecer pisando na cabeça dos outros”.

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https://carnaval.leiaja.com/noticias/2018/01/04/nana-brigava-pela-abertura-com-os-maracatus-desde-2010-relembra-viuva-do-musico

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