Sou um Brasil que o Brasil não conhece, diz Naná Vasconcelos

Artista conversou com G1 sobre carreira, mercado musical e desafios.
Percussionista é o homenageado do carnaval recifense deste ano.

“Um bicho estranho”, assim se define o músico Naná Vasconcelos. E não é porque esse pernambucano, homenageado do carnaval recifense, não se considera folião como boa parte dos conterrâneos. A festa de Momo, para ele, sempre foi sinônimo de trabalho e, hoje, de descanso. “É assim que muita gente me via, porque tocava coisas que ninguém tocava, penicos, caçarolas, coisas que não são usuais”, explicou o mago da percussão, que tira som até da água da piscina de casa – escute “Suíte das Águas”, do álbum “Sinfonia e Batuques”, para entender.

Hoje, aos 68 anos, ninguém mais estranha os “métodos” de Juvenal de Holanda Vasconcelos. Ele é ovacionado no mundo todo por este talento alquímico, que diz ter desenvolvido sozinho – aos 12 anos, já era músico, tocando em cabarés da cidade, com liberação do Juizado da Infância. Porém, Naná Vasconcelos ainda lamenta um fato: “eu sou um Brasil que o Brasil não conhece. As pessoas aqui me conhecem só como o cara que faz a abertura do carnaval, maracatu, essas coisas. Ninguém sabe de mim aqui”, disse o músico, em conversa com o G1, em sua confortável casa, na Zona Norte do Recife.

Matéria completa no link abaixo.
http://g1.globo.com/pernambuco/carnaval/2013/noticia/2013/01/sou-um-brasil-que-o-brasil-nao-conhece-diz-nana-vasconcelos.html

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